O início de um novo ano representa recomeço, organização e novas metas. Para empresas e profissionais da área de segurança do trabalho, esse período é estratégico para revisar processos, atualizar práticas e fortalecer a cultura de prevenção. No Guia do EPI, o começo do ano é um convite para retomar o foco naquilo que realmente importa: a proteção da vida no ambiente de trabalho.
Após o período de festas e descanso, é comum que as atividades retornem em ritmo acelerado. Máquinas voltam a operar, equipes são reorganizadas e novas demandas surgem. Nesse cenário, a atenção à segurança precisa estar no centro das decisões. A pressa para cumprir prazos ou retomar a produtividade não pode comprometer o uso correto dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e o cumprimento das normas de segurança.
O início do ano é o momento ideal para fazer uma revisão completa dos EPIs utilizados pelos colaboradores. Capacetes, luvas, óculos de proteção, protetores auriculares e calçados de segurança devem ser avaliados quanto ao estado de conservação, validade e adequação às atividades exercidas.
Além disso, é importante verificar se os equipamentos estão de acordo com as exigências legais e se oferecem o nível de proteção necessário para cada função. A substituição de EPIs desgastados e a atualização de modelos garantem mais conforto, eficiência e adesão por parte dos trabalhadores.
As rotinas de segurança também merecem atenção. Procedimentos operacionais, sinalizações, equipamentos de proteção coletiva e planos de emergência devem ser revisados para garantir que estejam atualizados e funcionando corretamente.
Outro ponto essencial no início do ano é o reforço dos treinamentos. Esse período é ideal para reciclagens, integração de novos colaboradores e alinhamento das equipes quanto às boas práticas de segurança.
Mais do que cumprir uma obrigação legal, treinar é investir em conhecimento e prevenção. Quando o trabalhador entende os riscos da sua função e a importância do uso correto dos EPIs, ele se torna parte ativa da cultura de segurança.
Campanhas educativas, diálogos diários de segurança e comunicações internas ajudam a manter o tema sempre presente no dia a dia da empresa.
Começar o ano com planejamento é fundamental para reduzir acidentes e melhorar resultados. Definir metas, cronogramas de treinamentos, inspeções periódicas e campanhas de conscientização permite que a segurança seja tratada de forma contínua, e não apenas em situações emergenciais.
No Guia do EPI, acreditamos que segurança no trabalho é construída todos os dias, com pequenas atitudes, informação de qualidade e compromisso coletivo.
O início de ano é a oportunidade perfeita para reforçar valores, alinhar objetivos e colocar a prevenção como prioridade. Revisar EPIs, atualizar processos e investir em treinamento são ações que fazem toda a diferença ao longo dos meses.
Que este novo ciclo seja marcado por ambientes de trabalho mais seguros, colaboradores mais conscientes e decisões cada vez mais responsáveis. O Guia do EPI segue ao seu lado, ajudando a transformar informação em proteção e cuidado em atitude.
O final do ano é sempre um momento especial. É tempo de olhar para tudo o que foi construído, avaliar conquistas e desafios, e renovar as energias para o próximo ciclo que se aproxima. No Guia do EPI, esse período é também uma oportunidade para reforçar o compromisso com a segurança no trabalho e celebrar a evolução de profissionais e empresas que, mês após mês, escolheram a prevenção como prioridade.
O encerramento do ano marca um período de grande movimento em diversos setores. A indústria acelera a produção, o comércio amplia suas atividades e o setor de serviços se adapta à alta demanda típica dessa época. Em meio a esse ritmo intenso, a atenção à segurança precisa ser redobrada. A pressa, a falta de pausas e o acúmulo de tarefas podem aumentar o risco de acidentes — e é justamente por isso que reforçar boas práticas se torna tão importante.
Quando a rotina se intensifica, o uso correto dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) é essencial para garantir integridade física e bem-estar emocional. Capacetes, luvas, óculos, calçados de segurança e demais itens não devem ser negligenciados, mesmo nas últimas semanas do ano, quando muitos trabalhadores já se encontram cansados e ansiosos pelo período de descanso.
É exatamente nessa fase que a cultura de segurança mostra sua força: quando o cuidado permanece constante, independentemente da pressa ou do ambiente.
Técnicos de segurança, gestores e equipes devem reforçar orientações, revisar equipamentos e incentivar práticas de prevenção. Uma simples conversa sobre atenção e responsabilidade pode evitar acidentes e assegurar que todos iniciem o novo ano com saúde.
O final do ano também convida à reflexão. No Guia do EPI, acreditamos que cada experiência — positiva ou desafiadora — contribui para a construção de ambientes de trabalho mais seguros.
É um bom momento para as empresas analisarem:
Quais treinamentos foram realizados?
Houve redução de acidentes ao longo do ano?
Os colaboradores estão mais conscientes sobre o uso dos EPIs?
A comunicação interna sobre segurança foi efetiva?
Essas reflexões ajudam a planejar o próximo ano de forma estratégica, com metas mais claras e ações voltadas para a melhoria contínua.
O início de um novo ano é sempre cheio de expectativas. Para quem trabalha com segurança no trabalho, esse período traz a oportunidade de revisar documentos, atualizar programas (como PPRA, PCMSO e treinamentos obrigatórios), organizar cronogramas e definir campanhas educativas mensais.
Além disso, é um excelente momento para renovar os EPIs dos colaboradores, fazer inspeções mais detalhadas e reforçar práticas de conscientização entre todos os setores da empresa.
No Guia do EPI, seguimos com o compromisso de oferecer conteúdo de qualidade, orientações técnicas e informações atualizadas para ajudar profissionais de segurança e trabalhadores a atuarem com proteção e confiança.
O final de ano é sinônimo de celebração, união e esperança. Mas também é um lembrete de que nenhum resultado vale a pena se não houver segurança. Proteger vidas é a base de qualquer atividade profissional e esse continuará sendo o maior propósito do Guia do EPI.
Que o próximo ano venha com novos aprendizados, mais cuidado e muitas conquistas. E que a segurança permaneça como prioridade em cada passo do caminho.
Com produção anual superior a 14 milhões de pares, a Bracol leva à feira a força da indústria brasileira de EPIs e seu compromisso com tecnologia e responsabilidade socioambiental
A Bracol, uma das principais indústrias brasileiras de calçados de segurança e EPIs, marca sua presença com primeira participação como expositora na A+A 2025, o maior evento mundial dedicado à segurança, proteção e saúde no trabalho, que será realizado de 4 a 7 de novembro de 2025, em Düsseldorf, na Alemanha.
A participação no evento faz parte das estratégias de expansão internacional da Bracol, que com quase quatro décadas de atuação, é referência em inovação, desempenho e conforto em calçados de segurança. A empresa produz mais de 14 milhões de pares por ano e exporta para mais de 20 países, sustentando uma operação robusta com quatro unidades industriais e com capacidade produtiva de 50 mil pares por dia. Seus processos combinam tecnologia avançada, materiais sustentáveis e rigor técnico, atributos que posicionam a marca entre os principais fabricantes de EPIs.
Nesse contexto, a presença na A+A 2025 ganha ainda mais relevância, ao colocar a Bracol lado a lado com os grandes players mundiais de segurança e proteção no trabalho. A feira representa uma vitrine estratégica para o fortalecimento de negócios e a consolidação de novas parcerias internacionais.
“A presença na A+A reforça o posicionamento internacional da Bracol e abre novas oportunidades de negócios com clientes de diversos países. Além de apresentar nossos principais produtos e tecnologias, vamos destacar nossa responsabilidade social, o compromisso com a sustentabilidade e a cultura centrada em pessoas, atestados pelo Selo EcoVadis”, afirma Bruno Scarponi, diretor comercial da Bracol.
Em setembro, a Bracol conquistou o Selo EcoVadis, uma das certificações de sustentabilidade mais reconhecidas da Europa, resultado de seus processos produtivos responsáveis e do uso de componentes sustentáveis na fabricação de seus produtos. No mesmo mês, participou da NSC 2025 (National Safety Council Congress & Expo), em Denver, no Colorado (EUA), consolidando sua atuação internacional e reforçando o compromisso com a inovação e a segurança no trabalho.
Sobre a Bracol
Com quase 40 anos de história, a Bracol é referência no segmento de calçados de segurança e EPIs. A empresa produz mais de 14 milhões de pares de calçados e botas impermeáveis ao ano, exportando para mais de 20 países. Suas operações industriais estão distribuídas em quatro unidades estratégicas, com uma capacidade produtiva de 50.000 pares por dia.
A Bracol conta com mais de 4.000 colaboradores e um portfólio diversificado de 400 modelos de calçados de segurança e soluções para proteção dos pés, da cabeça e prevenção de quedas. Atende diversos segmentos como agronegócio, construção civil, indústria alimentícia, mineração, energia, telecomunicações, saúde, entre outros. Com foco contínuo em inovação e qualidade, a Bracol segue liderando o mercado de proteção no trabalho.
O mês de novembro é marcado por campanhas e datas que reforçam o cuidado com a saúde, a valorização da vida e o respeito ao trabalhador. Assim como outros meses temáticos, como o Outubro Rosa e o Setembro Amarelo, novembro também é um período importante para refletir sobre prevenção dentro e fora do ambiente de trabalho.
No universo da segurança ocupacional, esse é o momento ideal para fortalecer ações de conscientização e promover um ambiente mais saudável, produtivo e seguro para todos.
A principal campanha do mês é o Novembro Azul, dedicada à conscientização sobre a saúde do homem, com foco na prevenção e no diagnóstico precoce do câncer de próstata.
Essa causa vai muito além dos consultórios médicos: ela fala sobre romper tabus, incentivar o autocuidado e promover informação. No contexto da segurança do trabalho, cuidar da saúde é um ato de responsabilidade — o mesmo princípio que guia o uso correto dos EPIs e o cumprimento das normas de proteção.
Empresas podem apoiar a campanha com palestras, exames preventivos, distribuição de materiais informativos e ações que incentivem o diálogo sobre saúde masculina. Afinal, prevenir é sempre o melhor caminho — tanto no cuidado pessoal quanto na rotina de trabalho.
Outra data de grande importância é o Dia da Consciência Negra, celebrado em 20 de novembro. Essa data convida à reflexão sobre a igualdade racial, o respeito e a valorização da diversidade dentro das empresas.
Um ambiente de trabalho seguro também deve ser inclusivo e respeitoso, onde todos se sintam valorizados e livres de qualquer forma de discriminação. A diversidade fortalece as equipes e cria espaços mais justos, colaborativos e humanos — pilares essenciais para uma cultura de segurança sólida.
Promover a consciência sobre o tema também é promover saúde mental, empatia e pertencimento.
Além do Novembro Azul e da Consciência Negra, o mês traz outras datas que podem ser trabalhadas em campanhas internas e ações de conscientização:
5 de novembro – Dia Nacional da Cultura: celebrar a diversidade cultural e reconhecer a importância das tradições e saberes que fazem parte do ambiente de trabalho.
25 de novembro – Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra a Mulher: uma data fundamental para reforçar o respeito, a empatia e o acolhimento em todos os espaços, inclusive no trabalho.
Essas datas lembram que segurança vai muito além dos EPIs
envolve também respeito, cuidado e valorização das pessoas.
O mês de novembro é um convite à reflexão sobre o que realmente importa: a vida, a saúde e o respeito.
Para o Guia do EPI, segurança no trabalho significa mais do que prevenir acidentes é também promover um ambiente de cuidado integral, onde corpo e mente estão protegidos e valorizados.
Que cada ação de conscientização em novembro sirva como inspiração para manter esse compromisso durante todo o ano: proteger vidas é a nossa maior responsabilidade. 💙
O mês de outubro é especial por reunir datas que nos convidam à reflexão, à prevenção e ao cuidado com o outro. É um período marcado por campanhas importantes, como o Outubro Rosa, e celebrações que nos lembram do valor da vida e da segurança — como o Dia das Crianças e o Dia do Servidor Público.
Para quem trabalha com segurança do trabalho, outubro é uma excelente oportunidade para reforçar a importância da prevenção e do bem-estar em todos os aspectos da vida, dentro e fora do ambiente profissional.
O Outubro Rosa é uma das campanhas mais conhecidas do mês. Ela tem como principal objetivo conscientizar sobre a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer de mama, além de reforçar a importância dos exames regulares e do autocuidado.
No contexto da segurança no trabalho, o Outubro Rosa reforça uma mensagem essencial: cuidar da saúde é também uma forma de se proteger. Assim como o uso correto dos EPIs previne acidentes, a atenção à saúde física e mental ajuda a evitar doenças e garante mais qualidade de vida.
As empresas podem apoiar a campanha promovendo palestras, oferecendo materiais informativos, incentivando consultas médicas e, claro, demonstrando apoio visual — seja com uniformes, fitas rosas ou iluminação temática. Pequenos gestos que fazem grande diferença.
O Dia das Crianças, celebrado em 12 de outubro, é uma data que inspira alegria, leveza e reflexão. Para muitos trabalhadores, é um lembrete do motivo pelo qual a segurança deve estar sempre em primeiro lugar: voltar para casa com saúde para ver o sorriso de quem mais importa.
No ambiente corporativo, essa data também pode ser usada para promover atividades educativas e campanhas internas que reforcem o compromisso com a vida. Afinal, quem trabalha com responsabilidade constrói um futuro mais seguro para as próximas gerações.
Além do Outubro Rosa e do Dia das Crianças, o mês traz outras datas que também merecem destaque:
16 de outubro – Dia Mundial da Alimentação: um bom momento para reforçar hábitos saudáveis e equilibrados, que impactam diretamente na disposição e na produtividade no trabalho.
28 de outubro – Dia do Servidor Público: uma data para reconhecer o esforço de todos que atuam com dedicação e responsabilidade, muitas vezes em funções essenciais para a segurança e o bem-estar da sociedade.
30 de outubro – Dia do Comerciário: oportunidade para valorizar esses profissionais que movimentam a economia e também enfrentam riscos no dia a dia.
Cada uma dessas datas pode ser aproveitada para fortalecer campanhas internas, treinar equipes e lembrar que a segurança no trabalho é um compromisso contínuo.
Mais do que um mês de cores e celebrações, outubro é um lembrete de que a prevenção é o melhor caminho — seja contra doenças, acidentes ou descuidos do cotidiano.
No Guia do EPI, acreditamos que segurança e cuidado caminham lado a lado. E quando empresas e trabalhadores se unem por um mesmo propósito, todos ganham: produtividade, bem-estar e, acima de tudo, vida. 💗🦺
Profissionais da Tagout revelam os bastidores da implantação do sistema LOTO, os erros mais comuns, os impactos financeiros da negligência e como transformar a segurança no trabalho em valor estratégico com tecnologia, capacitação e mudança de comportamento.
A proteção nas indústrias brasileiras vive um paradoxo: embora regulamentada por normas rigorosas e reconhecida como essencial, ainda é tratada como um protocolo burocrático — e não como um valor organizacional. A implantação do sistema LOTO (Lockout/Tagout), que garante o bloqueio de fontes de energia durante manutenções e intervenções em máquinas, escancara esse dilema. Mais do que cadeados e etiquetas, o LOTO exige cultura, disciplina e envolvimento humano.
Para entender os bastidores dessa transformação, ouvimos três profissionais da Tagout — empresa referência em segurança do trabalho e especialista em soluções inovadoras para bloqueio e isolamento de energias perigosas. Confira os principais insights, desafios e estratégias que estão moldando o futuro da segurança nas operações industriais.
Sistema LOTO: quando o bloqueio falha, o risco é fatal
O Lockout/Tagout (LOTO) é um procedimento obrigatório para garantir que máquinas e equipamentos estejam completamente desenergizados durante manutenções. No entanto, sua aplicação ainda é falha em muitas plantas industriais. “É comum encontrarmos dispositivos improvisados, ausência de mapeamento das fontes de energia e falta de padronização nos procedimentos”, afirma Ricardo Augusto, engenheiro de aplicação da Tagout.
Essas falhas podem resultar em acidentes graves, como religamentos inesperados de máquinas, além de multas e interdições por parte da fiscalização. Um estudo interno da empresa mostra que companhias que implementaram corretamente o sistema LOTO reduziram em até 80% os incidentes relacionados à manutenção.
Ricardo compartilha um caso marcante: “Durante um treinamento, um colaborador relatou que, se não fosse o bloqueio correto, quatro pessoas poderiam ter morrido dentro de um tanque de mistura. A válvula foi acionada remotamente, mas estava bloqueada. Isso salvou vidas.”
Ricardo explica que o processo começa com resistência — mas termina com transformação. “A implementação do LOTO exige mudança de cultura. No início, muitos colaboradores veem o procedimento como perda de tempo. Mas quando aplicado corretamente, ele evita acidentes graves e protege vidas.”
Quando a segurança vira valor — e não custo
João Marcio Tosmann, fundador e CEO da Tagout, acompanha de perto os desafios enfrentados pelas empresas. Segundo ele, o maior gargalo está na forma como a proteção é percebida.
“A grande maioria das companhias, inclusive grandes indústrias, ainda trata o tema de forma amadora. Os profissionais da área infelizmente são mal remunerados, a formação técnica deixa a desejar e falta apoio da alta direção. A mudança só acontece quando a liderança decide priorizar o tema”, afirma.
João defende que a segurança deve ser tratada como qualquer outro processo estratégico — com diagnóstico, planejamento e metas. “É como a gestão da qualidade. A empresa precisa mapear riscos, definir indicadores e trabalhar com melhoria contínua. Só assim a cultura muda.”
Ele reforça que investir em segurança é proteger o futuro da operação. “Acidentes geram perdas humanas, materiais, processos judiciais, indenizações e até falência. Grandes empresas já entenderam que segurança é prioridade estratégica.”
Erros recorrentes — e como evitá-los
Os profissionais da Tagout apontam os erros mais comuns na implantação do LOTO:
Emerson Tempesta, promotor técnico da Tagout e especialista em Segurança do Trabalho, alerta que muitas empresas começam pelo fim. “Compram cadeados e etiquetas sem mapear as fontes de energia ou definir os processos. Isso compromete toda a estrutura do programa.”
Outro erro crítico é a falta de apoio da liderança. “Sem envolvimento da gestão, não há cultura de segurança, nem recursos, nem motivação. A Tagout oferece treinamentos específicos para gestores, mostrando que segurança é uma decisão estratégica.”
A ausência de capacitação adequada também é recorrente. “Os colaboradores precisam de formação específica para os equipamentos e procedimentos da empresa. E isso exige atualização constante, auditorias e reciclagens.”
Treinamento que transforma: da teoria à prática no chão de fábrica
Emerson Tempesta reforça que o sucesso do LOTO depende de treinamentos que vão além da teoria. “Treinamentos tradicionais falham porque são passivos e desconectados da realidade dos trabalhadores. A Tagout aplica treinamentos práticos, com simulações reais e acompanhamento contínuo”, explica.
O programa é estruturado em etapas: diagnóstico do parque industrial, mapeamento das fontes de energia, elaboração dos mapas de bloqueio, definição dos profissionais autorizados e capacitação teórica e prática. “Os colaboradores precisam entender os riscos, os conceitos de energia residual e os procedimentos de emergência. Só assim o conhecimento se transforma em comportamento seguro”, afirma Emerson.
Ele também aponta os principais fatores de resistência:
“A segurança é tratada de forma reativa. E muitos colaboradores não se sentem parte do processo. A mudança só acontece quando a empresa mostra, com atitudes, que o que importa são as pessoas”, afirma.
Os custos invisíveis da negligência: quando o erro humano pesa no orçamento
Quando os procedimentos não são seguidos, os riscos são altos — e os prejuízos, ainda maiores. Emerson lista os principais impactos:
“A Tagout atua com dispositivos de alta qualidade, consultoria especializada, software de gestão do programa LOTO, auditorias e uma solução completa e integrada. Nosso objetivo é evitar que o erro humano se torne um problema recorrente e caro”, explica.
Mais do que vender produtos, a Tagout se posiciona como parceira estratégica na construção de uma cultura de segurança. Segundo o executivo João Tosmann, muitas empresas só tomam medidas efetivas após acidentes graves. “É quando a dor chega que começam a buscar soluções. E a consolidação dos resultados exige tempo para transformar comportamento, disciplina e cultura.”, explica.
Mudança de mentalidade: como superar a resistência interna e consolidar hábitos seguros
João compartilha casos em que a resistência interna foi superada com apoio técnico e envolvimento da liderança. “Já acompanhei clientes que começaram desacreditados, achando que não ia funcionar. Mas com método, tempo e cobrança, conseguimos transformar o chão de fábrica. A parte comportamental é a mais difícil. Se não cobra, não acontece”, diz.
A empresa aposta em treinamentos personalizados, campanhas de engajamento e suporte contínuo para consolidar hábitos seguros. “Primeiro vem o uso dos EPIs e EPCs, depois o comportamento, depois a disciplina. É um processo. E precisa de controle constante”, reforça o CEO.
“O principal gargalo é a falta de foco. Já fui gerente e diretor em várias indústrias e posso afirmar: quando a empresa decide priorizar a segurança, tudo muda. Mas muitas ainda se preocupam apenas com a legislação, e não com a proteção real das pessoas”, afirma João.
Segundo ele, o primeiro passo é formar um time dedicado, realizar auditorias internas e mapear as deficiências de cada área. “É preciso entender as condições reais de trabalho e planejar melhorias com metodologia. Segurança não é diferente de qualidade — exige processo, disciplina e cobrança”, explica.
Procedimento LOTO como cultura organizacional: disciplina, liderança e transformação contínua
A Tagout é referência nacional em soluções de bloqueio e etiquetagem, com foco no procedimento LOTO (Lockout/Tagout). Mas João faz questão de esclarecer: “Não é tecnologia, é procedimento. Os produtos têm inovação, claro, mas o que importa é a disciplina de aplicar o bloqueio corretamente, todos os dias.”
“Não adianta ter software se o pessoal não sabe bloquear. Não adianta ter os produtos se não há cultura. E essa cultura só se constrói com disciplina. E se a empresa não cobra, não acontece. Isso é fato”, reforça.
A visão de futuro da Tagout é clara: transformar o chão de fábrica por meio de hábitos seguros e consistentes. “Disciplina e hábito fazem parte da cultura. E essa cultura precisa estar presente em tudo — segurança, qualidade, manutenção, produção. Está tudo relacionado”, diz João.
Ele reforça que não há fórmula mágica, mas sim um conjunto de processos que precisam ser integrados. “Política clara, metodologia de auditoria, busca pela causa raiz, ações culturais e envolvimento da liderança. Quando tudo isso se soma, a empresa muda.”
SOBRE A TAGOUT
A Tagout é uma empresa referência em segurança do trabalho e especialista em soluções inovadoras para bloqueio e isolamento de energias perigosas (LOTO). Com foco na prevenção de acidentes, desenvolve produtos, serviços e treinamentos alinhados às mais rigorosas normas regulamentadoras, promovendo ambientes mais seguros e fortalecendo a cultura de segurança nas empresas.
Entre suas soluções, o destaque é o Tagout Pro, software 100% em nuvem que centraliza a gestão de todo o Programa de Bloqueio e Etiquetagem LOTO, eliminando a dependência de planilhas e documentos dispersos, promovendo maior controle, rastreabilidade e eficiência operacional.
Com tecnologia própria, expertise técnica e um forte compromisso com a vida, a Tagout lidera o mercado de bloqueio e sinalização de segurança, com soluções especializadas, personalizadas e 100% nacionais. A empresa segue inovando, investindo no desenvolvimento de novos produtos e na oferta de serviços personalizados, com uma equipe de suporte técnico formada por engenheiros especialistas, garantindo a excelência na implementação de cada solução.
De 10 a 14 de novembro de 2025, o Circolo Italiano San Paolo, no icônico Edifício Itália, receberá a Italian Week 2025, um evento gratuito e aberto ao público que promete transformar São Paulo em palco de uma verdadeira celebração da italianidade presente no cotidiano brasileiro.
Serão cinco dias de programação intensa, com talks, conferências temáticas, encontros institucionais, experiências culturais e gastronômicas, networking de alto nível e ativação de marcas. A cerimônia de abertura, marcada para 10 de novembro às 19h, será exclusiva para 150 convidados VIPs, entre empresários, autoridades, formadores de opinião, imprensa e influenciadores.
Um Circolo renovado: tradição e futuro
Com mais de 110 anos de história, o Circolo Italiano San Paolo se reposiciona como um clube ativo e conectado à sociedade brasileira. Localizado no centro histórico da cidade, no Edifício Itália, e segue como referência da italianidade no Brasil, atraindo novas gerações com eventos culturais e de negócios.
Programação segmentada em cinco eixos estratégicos
Nomes confirmados para os talks
A Italian Week 2025 contará com grandes personalidades, entre eles:
Serviço
Italian Week 2025
Quando: de 10 a 14 de novembro de 2025
Onde: Circolo Italiano San Paolo – Edifício Itália, Centro Histórico de São Paulo
Horário: das 9h às 19h
Abertura: 10/11, às 19h (evento exclusivo para convidados VIPs)
A Italian Week 2025 é mais do que um evento: é uma ponte viva entre Brasil e Itália, celebrando história, cultura, negócios e experiências que unem dois povos de forma apaixonante e inovadora.
A segurança no trabalho é um tema que nunca perde a relevância. Afinal, todos os dias, milhões de trabalhadores estão expostos a riscos em diferentes setores da economia: da construção civil à indústria, passando pela saúde, agricultura e até os escritórios. Garantir que cada colaborador volte para casa em segurança deve ser prioridade de toda empresa — e isso exige informação, prevenção e comprometimento.
Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), ocorrem milhares de acidentes ocupacionais diariamente em todo o mundo. Além de causarem afastamentos e prejuízos financeiros, esses acidentes afetam diretamente a qualidade de vida dos trabalhadores e suas famílias.
Mais do que cumprir leis e normas, investir em segurança é uma forma de valorizar a vida e o capital humano, que são os maiores patrimônios de qualquer organização. Empresas que priorizam a proteção reduzem custos com indenizações, mantêm a produtividade e fortalecem sua imagem no mercado.
Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) são fundamentais para reduzir os riscos à saúde e à integridade física dos trabalhadores. Capacetes, luvas, óculos, protetores auriculares e máscaras são apenas alguns exemplos de itens que salvam vidas todos os dias.
No entanto, é importante destacar que fornecer EPIs não basta. É necessário treinar os colaboradores sobre o uso correto, a manutenção e a substituição quando necessário. O uso inadequado dos equipamentos compromete a proteção e pode gerar falsas sensações de segurança.
Mais do que medidas isoladas, a segurança no trabalho precisa ser parte da cultura organizacional. Isso significa que todos — gestores, técnicos e colaboradores — devem assumir responsabilidade pela prevenção.
Uma cultura sólida de segurança é construída com:
Treinamentos contínuos sobre riscos e formas de prevenção;
Comunicação clara e acessível, para que todos compreendam a importância das normas;
Incentivo à participação dos trabalhadores, para que relatem situações de risco sem medo de represálias;
Ações de reconhecimento, valorizando aqueles que seguem boas práticas de segurança.
Embora os EPIs sejam indispensáveis, eles não são a única forma de proteger os trabalhadores. É essencial investir também em Equipamentos de Proteção Coletiva (EPCs), como sistemas de ventilação, sinalização adequada, barreiras de proteção e dispositivos de segurança em máquinas.
Aliado a isso, o acompanhamento periódico da saúde dos colaboradores e a ergonomia no ambiente de trabalho ajudam a prevenir doenças ocupacionais e lesões a longo prazo.
Segurança no trabalho não é um detalhe burocrático, mas sim um valor que deve guiar todas as atividades de uma empresa. O uso correto de EPIs, somado a uma cultura de prevenção e ao cuidado coletivo, garante que cada trabalhador desempenhe suas funções com tranquilidade e confiança.
Investir em segurança é investir em pessoas, produtividade e futuro. Afinal, nenhum resultado é mais importante do que proteger vidas.
Empresa avança na circularidade de resíduos com o reaproveitamento também do PU e do Composite, minimizando a destinação de resíduos para aterros industriais
A Bracol, referência no segmento de calçados de segurança e EPIs, consolida sua estratégia de sustentabilidade industrial ao atingir o reaproveitamento integral de resíduos de PVC e de Composite, e 45% do poliuretano (PU). A iniciativa, que já está em prática em todas as unidades da empresa, busca transformar o modelo de produção e avançar no projeto “aterro zero”.
Em 2024, a unidade de Lins, interior de São Paulo, reaproveitou 100% dos resíduos de PVC e de Composite, o que representou mais de 462 mil quilos de material reinserido na cadeia produtiva, sendo quase 421.500 quilos de PVC e o restante de Composite. O processo é viabilizado pela alta capacidade de reprocessamento dos materiais, que mantém suas propriedades físico-químicas mesmo após triturado, sem necessidade de etapas complexas de limpeza.
A circularidade também avança com o PU. Mesmo com desafios técnicos e limitações no reaproveitamento total, a Bracol implementou um processo de trituração e reativação que permite transformar resíduos em poliol reciclado. Em 2024, foram reaproveitados mais de 332.500 quilos de PU nas unidades de Lins, Eldorado (MS) e Castanhal (PA).
“O investimento em reaproveitamento reduz custos operacionais, minimiza o envio de resíduos a aterros industriais e reforça o nosso compromisso com a sustentabilidade de forma concreta, dentro da realidade da indústria de base”, destaca Maria Cecília Basílio Ribeiro, engenheira ambiental da Bracol.
Além do reaproveitamento de resíduos, o conceito de ‘aterro zero’ já está em fase de discussão e estudo pela equipe de meio ambiente da Bracol. A empresa trabalha para estruturar diretrizes e metas específicas que fortaleçam esse compromisso, alinhando a operação a uma visão de longo prazo voltada à sustentabilidade e à redução contínua de resíduos.
Apesar das práticas antecederem a formalização de uma política ESG na empresa, a Bracol trabalha para certificar sua atuação com o selo internacional do Sistema B, voltado a empresas com impacto positivo comprovado, já que tem planos de expandir suas exportações no mercado europeu.
Sobre a Bracol
Com quase 40 anos de história, a Bracol é referência no segmento de calçados de segurança e EPIs. A empresa produz mais de 14 milhões de pares de calçados e botas impermeáveis ao ano, exportando para mais de 20 países. Suas operações industriais estão distribuídas em quatro unidades estratégicas, com uma capacidade produtiva de 50.000 pares por dia.
A Bracol conta com mais de 4.000 colaboradores e um portfólio diversificado de 400 modelos de calçados de segurança e soluções para proteção dos pés, da cabeça e prevenção de quedas. Atende diversos segmentos como agronegócio, construção civil, indústria alimentícia, mineração, energia, telecomunicações, saúde, entre outros. Com foco contínuo em inovação e qualidade, a Bracol segue liderando o mercado de proteção no trabalho.
Setembro é um mês especial para todos que se preocupam com a vida. Conhecido como o mês da campanha Setembro Amarelo, esse movimento chama atenção para a valorização da vida e a prevenção ao suicídio. Mas, quando falamos de segurança do trabalho, é importante lembrar que cuidar dos colaboradores não significa apenas oferecer equipamentos de proteção individual (EPIs) ou seguir normas de segurança. A saúde mental também é um fator essencial para a integridade e o bem-estar no ambiente profissional.
Um colaborador pode estar usando todos os EPIs corretamente e ainda assim correr riscos se não estiver com a saúde mental em equilíbrio. Estresse, pressão excessiva, jornadas longas e até a falta de diálogo dentro da equipe podem gerar fadiga mental e emocional. Essa sobrecarga aumenta a probabilidade de acidentes, falhas operacionais e até de afastamentos.
De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), transtornos relacionados à saúde mental são uma das principais causas de perda de produtividade no trabalho. Isso mostra que cuidar desse aspecto é tão importante quanto adotar protocolos de segurança física.
A campanha Setembro Amarelo nos lembra de que falar sobre saúde mental salva vidas. No ambiente de trabalho, esse diálogo deve ser incentivado por gestores, técnicos de segurança e líderes de equipe. Promover rodas de conversa, criar canais de escuta e divulgar informações de apoio são atitudes simples que podem transformar a rotina.
Além disso, incluir a saúde mental nas políticas de segurança ocupacional reforça que o cuidado com o colaborador é completo: corpo e mente andam juntos.
Óculos de proteção, capacetes, luvas e outros EPIs são fundamentais para prevenir acidentes. No entanto, quando o trabalhador não está bem emocionalmente, pode se distrair, deixar de usar os equipamentos corretamente ou até tomar decisões inseguras. Nesse sentido, investir em programas de apoio psicológico e em ações de conscientização é tão essencial quanto fornecer os equipamentos adequados.
Assim, a segurança no trabalho passa a ser entendida de forma mais ampla: proteger não apenas contra quedas, cortes ou choques, mas também contra riscos invisíveis, como a depressão, a ansiedade e o esgotamento profissional.
Para alinhar segurança e saúde mental, algumas iniciativas práticas podem ser adotadas:
Promover treinamentos sobre saúde emocional junto com as capacitações de segurança;
Incluir pausas regulares na jornada de trabalho para evitar sobrecarga;
Estimular o diálogo aberto entre líderes e colaboradores;
Oferecer apoio psicológico ou convênios com especialistas;
Reconhecer os esforços da equipe, criando um ambiente de valorização.
O Setembro Amarelo reforça uma mensagem essencial: valorizar a vida é a nossa maior responsabilidade. No contexto da segurança do trabalho, isso significa ampliar a visão de proteção para além dos EPIs e EPCs, enxergando também as necessidades emocionais dos trabalhadores.
Cuidar da saúde mental é investir em um ambiente mais seguro, humano e produtivo. Afinal, quando o colaborador se sente protegido por inteiro, a empresa também se fortalece.